domingo, 31 de março de 2013

João Rosa de Castro - Alma Nua

MAPA-MUNDI

 

Baixada do Sapo, Jardins, Baixada do Sapo.

Baixada do Sapo, Jardins, Baixada do Sapo.

Baixada do Sapo, Jardins, Baixada do Sapo.

Baixada do Sapo, Pompéia, Baixada do Sapo.

Baixada do Sapo, Pompéia, Baixada do Sapo.

Baixada do Sapo, Pompéia, Baixada do Sapo.

Pompéia, Tatuapé, Pompéia.

Pompéia, Higienópolis, Pompéia.

Pompéia, Vila Madalena, Campo Belo, Pompéia.

Pompéia, Faria Lima, Pinheiros, Pompéia.

Pompéia, Pinheiros, Faria Lima, Pompéia.

Porto Seguro, Porto Seguro, Porto Seguro.

Pompéia, Faria Lima, Centro, Pompéia.

Pompéia, Perdizes, Bixiga, Pompéia.

Pompéia, Perdizes, Bixiga, Pompéia.

Porto Seguro, Porto Seguro, Porto Seguro.

Curuçá, São Miguel, Perdizes, Bixiga, Curuçá.

Curuçá, São Miguel, Perdizes, Bixiga, Curuçá.

Porto Seguro, Porto Seguro, Porto Seguro.

Curuçá, São Miguel, Líbero Badaró, Curuçá.

Curuçá, São Miguel, Líbero Badaró, Curuçá.

Curuçá, Cidade Universitária, Perdizes, Curuçá.

Curuçá, Cidade Universitária, Perdizes, Curuçá.

Curuçá, Cidade Universitária, Perdizes, Curuçá.

Curuçá, Londres.

Porto Seguro, Salvador, Porto Seguro,

Curuçá, Dublin.

Curuçá, Cidade Universitária, Perdizes, Curuçá.

Curuçá, Cidade Universitária, Perdizes, Curuçá.

Curuçá,

Curuçá,

Curuçá,

Curu, Curu, Curu,

Cu, Cu, Cu.

domingo, 24 de março de 2013

João Rosa de Castro - Alma Nua


LICENÇA


 

Se minhas próprias virtudes percorrem em prol do todo,

Por que não conter o povo

O fruto amargo e insalubre

Que produz o meu próprio vício?

 

E cada beijo na rua,

E todo ócio no asfalto,

O sexo por vaidade

E o mais que pareça insano,

Esboça o doce sorriso

De quem já pensou por muitos

Que apenas preenchem o vazio

E temem investigar

A origem da dor e do alívio.

João Rosa de Castro - Alma Nua


João Rosa de Castro

 

 

 

 

 

 

 

 

ALMA NUA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São Paulo – Brasil - 2012

 

 


Copyright 2006 de João Rosa de Castro

 

É proibida a reprodução parcial ou integral, sem autorização prévia do detentor do copyright.

 

 

 

Castro, João Rosa de

 

                Alma Nua / João Rosa de Castro.– São Paulo: Lume d'Arena: 2013.

 

               

 

 

 

e-mail: joaorosaun@uol.com.br

www.lumedarena.blogspot.com.br


 

Editor Responsável

O autor

 

Revisão de Provas

Do autor

 

Apresentação

Káthya Bertolini

domingo, 17 de março de 2013

Apresentação - Káthya Bertolini


Apresento João ...  que se apresenta em Meu andar, que compõe arte em noites de insônia  como o Poema retirado da milionésima noite insone,  e a sua obra que apresenta Um mundo feito à mão composto por certezas e mistérios.

E assim vou pedindo Licença  para desbravar  o desconhecido, tão conhecido... o tão conhecido sofrimento próprio da existência humana  na busca da origem da dor e do alívio... e ainda na busca de um (uns, alguns...) Porto seguro nos encontramos num jogo de palavras, num Mapa Mundi  que remete a imagens e ideias, territórios vivos, diferenças...

Diferenças apontadas, despontadas, desapontadas no diálogo do Mal Novo... talvez uma cena da vida real ou dos atos teatrais ou ainda dos entreatos reais.

E nada mais real do que As mil e uma mortes ou o Drama natural, onde a imagem da imensidão do céu pode nos ameaçar ou nos encantar! Será possível escolher?

Escolhas...  a grande solidão dos desencontros,  delicadamente lapidada em Segunda natureza... será também uma escolha? Ou será condição dos pares? Do humano? 

Dançar é o que podemos fazer de mais vivo sempre: não importa o par, não importa se só; a céu aberto ou escondido; na Pompéia ou em Curuçá...talvez,  ler Dead can dance...

E nas trilhas do caminho desconhecido, mas tão conhecido, está o Enigma do profano ao sagrado, da aurora ao crepúsculo. Dilemas... escolhas... Enya ou Björk...

Madredeus! - aquilo que não tem tradução, só sentido, e assim segue intenso em Alma nua , Exílio interno , Itaparica e Camille.

Em Delírio darwiniano a intensidade se torna insustentável até a grande descoberta de novas possibilidades e em A fortuna: eis o que chamo amor !

Amor ao destino que traduz uma forma de pensar e sentir  os encontros, os desencontros e os novos encontros, em Resumo de toda uma geração e/ou em Desejo periférico ...

E formando um mosaico ético- estético em Haroldus, Décius e Augustus e nA queda alegre alegria, alegria alegre ou no jogo das palavras que cheiram brincadeiras de infância em Tereza Raquel  e nA égua da noite. Será a verborragia a única linguagem que resta?!! -  In Sem memória.

Num subir e descer, num se expor e se esconder, assim  Recompondo a alma nua... lá está... a alma regendo alta sinfonia.

E assim  foi meu encontro com ALMA NUA. Bom encontro!

À Nise da Silveira  (na lembrança a comemoração de seu Centenário e uma de nossas primeiras conversas) e à Ogum.

 

Káthya Bertolini

domingo, 10 de março de 2013

João Rosa de Castro - Adeuses


AO CANTOR DA PRAÇA

 

Cantei nesta cadeira – um trono – uma canção novíssima.

Passem as notas de reais para que eu viva.

O chapéu está ali,
Nas mãos de quem não estampa!

João Rosa de Castro - Adeuses

AO CANTOR DA PRAÇA
 
Cantei nesta cadeira - um trono - uma canção novíssima.
Passem as notas de reais para que eu viva.
O chapéu está ali,
Nas mãos de quem não estampa!
 

João Rosa de Castro - Adeuses

domingo, 3 de março de 2013

João Rosa de Castro - Adeuses

O SEGREDO
          (a Juliano de Morais)

O ouro é um perigo,
A sanha é um castigo,
O medo é um apelido,
O trevo um marco partido,
A grama é um rio cingido,
O negro é resina e trigo,
A morte é intenção e medo,
A vida é direção – abrigo.

João Rosa de Castro - Amor Grátis

ECCE HOMO Eis que ao sentir a vida tão intensa, O Belo avança e toma o intelecto E ao caos do mundo faz surgir um nexo Resulta-me...