João Rosa de Castro - Zum


CARTÃO DE PONTO

O fazer a céu aberto.
Insetos desconhecidos pousando e voando
Coloridos e negros.
E o fazer apertado, ligado – ativo.
A culpa querendo entrar na órbita
Com mexericos do passado e fofocas primaveris.
Mas o fazedor não ouvia.
E o fazer perdurava, pendurava – perturbava os desocupados.
Fazendo, fazendo, fazendo.
Fazendo como passos na orla da linda praia.
O fazer convidando com o perfume da chuva na poeira.
E os movimentos enunciados, denunciados – terceirizados – a mil
No espaço gerava o crescido, o fazido, o feito e pronto.

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