João Rosa de Castro - Zum


NANQUIM ABERTO


Até mesmo quando o silêncio das vozes o condena
Você tenta gerar sons que o absorvam.
Você será o eterno salvador de si mesmo.
O seu próprio perdão permite
Que sua tez se fortaleça.
Prova de que você,
Indivíduo mediante a multidão,
Se pluraliza pois que já compreende
O aceno do abastado e o olhar do miserável.

Até mesmo quando o seu próprio dedo o acusa
Você busca o álibi para defender-se.

Já ser uma ponte,
Já ser um contraste,
Já ser intermédio,
Já ser a saída,
Exige mais formas de como ser útil?

Um bobo da corte,
Um clown periférico,
Chacota de sujeitinhos – NÃO!


Sem informação,
Sem religião,
O R.E.M. o desperta
Enquanto você dorme um sono que atinge as distâncias.

Você acaba de não mais ser insustentável.

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