domingo, 21 de outubro de 2012

João Rosa de Castro - Adeuses

SONETO
(a João Paulo Feliciano Magalhães)

Eu julgarei qual nunca hei julgado,
Ao som deste computer registrando,
Pois que vivi contente e implorando,
O pão que nas alturas me hás negado.

Notei que o celular tinha tocado,
Que o business é que estava te guiando,
E era a fome o que vinha me tomando,
Pedi para não morrer insaciado.

Agora veja só meu veredicto
Eu sou o agadê com as imagens
Arquivo dos seus erros nesta esfera.

Aqui não há o dito e o não dito,
Veremos se farás lindas viagens
Ou sairás para sempre desta terra…!

João Rosa de Castro - Amor Grátis

BREVE Falsa saudade corrói o peito do homem-criança. Quiçá a casinha, Quiçá a amarelinha, Quiçá virá o inferno ou o céu Como ce...