domingo, 26 de novembro de 2017

João Rosa de Castro - Bis

AS CORES DA PAZ

A mesma paz que faz ver o outro
E cega a barbárie inativa,
Aquela paz das origens,
Que encerra a ação humana,
Será tomada no futuro,
Como o baluarte da alma.
Mãe soberana da esperança,
Da sintonia dos gestos,
Da simetria de dois mundos,
Da empatia oportuna,
Da ajuda que se clama,
Do desejo de construir,
Do fascínio pelo sorriso,
Do harmônico movimento
Do povo no seu destino,
A paz, que surge e acena
E não envelhece o olhar
Renovado à cada estação,
Alimenta-se do próprio tempo,
Exala seu ar pela terra,
Propõe a expansão da existência,
Reúne a arte e a ciência,
Inspira a filosofia,
Invoca a religião.
Pelas mãos da mesma paz,
A comunidade se amplia
Em força e em conhecimento,
A criança anuncia o futuro,
A natureza colore e floresce,
Pulsa o humano coração,
A violência fica sem voz
E o que se promove é a vida,
Como se o começo fosse agora.

João Rosa de Castro - Amor Grátis

POEMA DE AUTO-AJUDA Noi siamo tanti Que pensamos em coro E andamos depressa Procurando a mãe Protetora de embriões. E dizemos...