João Rosa de Castro - Alma Nua


DRAMA NATURAL

 

O céu quebra os telhados

Para contemplar os viventes.

 


O céu, voyeur sedutor


Com suas cores


E as estrelas


E a lua e sua face dúbia.

 

O céu e sua promessa de infinitude.

Seus trovões em trágico anúncio.

Suas tempestades em ira.

 

O céu insiste também no silêncio,

Insiste também no azul.

Cenário de astros tão vivos
E nuvens para a hora de pudor.

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