João Rosa de Castro - Alma Nua

POEMA A OGUM

Ogunhê, meu pai!

Faz faisca, faz fogo.
Faz da floresta o teu jogo,
Luta com gigantes felinos
E arranca o metal das cavernas.

Ogunhê, meu pai!

Ouro cingindo o teu peito.
A perfeição – teu semblante.
Ouve o tambor que te invoca
E tua razão prolifera.

Ogunhê, meu pai!

Toma lugar neste espaço.
Faz dele o teu paradeiro
Faz desse corpo o guerreiro

Que vem cantar sua vitória.

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