João Rosa de Castro - O Sonho de Terpsícore - Com Prefácio de Carmen Liz Vieira de Souza

RACHEL SEMPRE DESCOBRIA A SAÍDA



Rachel sempre descobria a saída
Da prisão que fazia o tempo.



Libertara-se de repente enquanto pairava
Sobre a nuca certa de Fabiano.



Ela levou um susto e disse “Solta!”



Eu queria estar só.



Ninguém visse que eu estava livre.



A liberdade me fazia vergonha.



Ruborizara, mas não tinha jeito.



Que sina era esta de ser feliz?
Justo no meu momento
Mais distante de mim mesma!




A partir dali, Rachel teve de usar disfarces para andar pelo mundo!

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